Dia 5 – Chiang Mai (por mariê!)

Oi, pessoal!

Invadi um pouquinho o blog da Kiki para compartilhar mais um ponto de vista sobre essa experiência incrível de conhecer a Tailândia.

Vou contar sobre o segundo dia que passei aqui (o quinto dela). Fizemos um passeio com outras 8 pessoas, na maioria franceses, que começou com uma caminhada leve até uma cachoeira pequena, mas bem bonita e diferentona!

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O nosso guia, Lucy, era uma figuraaaa, todo engraçadinho, prestativo e serelepe. Como todos os guias que eu vi até agora, ele não falava quase nada de inglês, mas queria ajudar em tudo!

Depois dessa caminhada, fomos até um rio fazer um rafting em canoa de bambu! Era mais para
uma jangada, na verdade. Aproximadamente 5 ou 6 bambus gigantes amarrados paralelamente de uma forma bem rústica! Eu dei aquela primeira olhada e pensei: “epaaaa. Issaê não vai funcionar não”. Uma pena que não podia levar máquina nesse passeio, pq o lugar era impressionantemente bonito! Parecia uma pintura do monet. E o passeio foi animal! Iam três pessoas sentadas e com a bunda congelandooo na água que subia dos bambus + um guia em pé, no estilo stand up rafting. Meio precário, né? descer umas corredeiras na canoa de bambu, sem colete, sem capacete, sem lenço, sem documento (Alô,mama, se você estiver lendo esse post, já peço desculpas antecipadas! Não venha me buscar pelas orelhas que não vou voltar!). E, mesmo com a loucurinha e o frio, valeu muito à pena, pq o lugar era demais! E essa coisa de água fria de rio e cachoeira dá uma energia extra. Uma purificação meio inexplicável, mas que todo mundo sabe qual é.

Quando saímos inteiramente encharcados, foi a hora de receber os nossos uniformes à prova de elefante (o guia nos explicou que é um tecido que não incomoda os elefantes) e de uma pausa para o almoço.

Comemos em um vilarejo e a comida estava bemmm boa. Certeza que a fome colaborou, mas eu achei o tempero bem delicioso. Os pratos aqui são bem simples, mas eles usam muitos condimentos e isso faz toda a diferença. Nesse dia, por exemplo, foi arroz branco, um ensopado de frango com batata e uma salada com vários vegetais que eles provavelmente jogaram numa wok com algum óleo (tem isso, viu? A comida não é leve como parece pq eles fritam tudo. TU-DO. E tacale pau na pimentinha!)

Após o almoço, veio a parte mais legal! Conhecemos nossos elefantes e todos os comandos básicos para treiná-los. Ficamos um tempinho com eles, demos banana para ganharmos uma confiança e subimos neles sozinhos para o primeiro test drive! Foi muito massa! Para subir, existe um comando que faz ele esticar a pata para você escalar até a cabeça dele ou outro para ele deitar e você conseguir montar como se fosse um cavalo – só que bem mais alto haha. E da medo, heinnnn?! Você fica completamente rendido pq se der a louca nele ngm segura. Ele é muuuuuito grande!!

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Após a baguncinha toda, nós subimos nos elefantes em grupos de 2 (um no pescoço e um mais para trás) e saímos para um tour. Nessa parte foi um guia andando ao lado de cada elefante, comandando pra valer. Eu achei bem bom pq não tinha a menor possibilidade de guiarmos sozinhos por um caminho grande. Eu e a Kimie pegamos o instrutor mais chatinho! Hahaha a primeira pessoa mal humorada que eu vi aqui.

Vao vendo agora, pessu: chegamos em um rio e todos os elefantes começaram a fazer coco (aprox 70kg de coco/dia/elefante!) e eu pensando putz que nojo os instrutores na água e várias bombas gigantes de coco caindo perto da perna deles. Eis que: nosso instrutor muito amável, pega um balde d’água e começa a jogar aquela água cagada por mil elefantes
em nós!! Eu achei que fosse morrer! sério! Aí ele mandou nossa elefoa – chamada Jokeea – deitar e pediu para descermos. Dai eu lembrei que tinha uma parte no programa que era de dar banho nos elefantes e pensei putaqueopariu tenho que descer ali no rio cagado, dar banho no meu elefante com água cagada e blá blá blá cagado cagado cagado – já era, to aqui, é agora, vamos nessa! Eu e a Kimie descemos antes que todo mundo e começamos a esfregar nosso elefante, até pq nosso instrutor não parava de jogar água na nossa cabeça AND deu uma bola de coco pra Kimie segurar – da onde nasceu esse docinho de coco, meu povo?

E foi isso, brincamos bastante e tiramos umas fotos lindas.

Voltamos cagadas, felizes e nos sentindo plenas!

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No fim da noite, fomos conhecer um barzinho que tinha sido recomendado por uns mochileiros. Muito legal lá! Era no rooftop, cheio de pinturas loucas na parede, luz negra, todo mundo tinha que entrar descalço, e sentar em uns tapetes no chão! E na larica pós breja (sim, Kiki tomou breja comigo!) fomos parar no Mc Donalds! Fim de dia bem típico! Haha

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Escrevi bastante, eu sei. Para finalizar, algumas impressões gerais sobre a Tailândia:

– se você encarar qualquer pessoa por mais de 10 segundos a pessoa começa a sorrir. Sempre!
– todo mundo anda de moto sem capacete, 3 pessoas na mesma moto, incluindo crianças. E umas criancinhas de 11-12 anos também vão para a escola de moto, pilotando sozinhos. Uma coisa de louco
– as cidades que visitamos (chiang
Mai e chiang rai) são puramente turísticas. Não vi qualquer traço de indústria nas duas. Vilarejos todos todos voltados para o turismo e feirinha de #turistaotário para todos os lados!

Beijos!

Mari

3 thoughts on “Dia 5 – Chiang Mai (por mariê!)

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