14/03 – Dia 87 – Miyajima – Osaka

Acordei mais cedo pra passar um tempo só curtindo o hotel. O café da manhã que pegávamos da cozinha, a área de fora, o common room.. Era tudo super japonês e muito legal!

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Um tempinho depois, o Mikko chegou, deixou a mala dele lá e fomos fazer a trilha pelamontanha. É uma natureza super diferente dos outros lugares que passei nessa viagem, e até isso parece meio organizado. Hahaha era lindo! O caminho de subida eram basicamente degraus, e passamos por cachoeiras, templos, umas construções de pedra, que acho que eram pra controlar o nível da agua, e por essas casas típicas japas. Em alguns pontos da trilha, a floresta era mais densa, em outros, víamos o mar lá em baixo, e as vezes o o-torii gate – portal famoso no meio dele.

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Paramos uma hora em uma pedrona pra descansar um pouco, e a vista era bem massa. Foi uma delícia fazer um pouco de fotossíntese e aproveitar que estava sol! E ainda ganhei uma caixinha de chocolate pelo White Day!!! Uhuuu :) Mikko é muito querido!
Bom, retomamos nosso caminho, mais templos, uns budinhas felizes vestidos de babador hehehe, e chegamos no observatório. Vista 360 para o mar e para as montanhas.

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De lá, começamos a descer. Dessa vez, pegamos uma outra trilha, com uma floresta mais fechada e com menos degraus. A trilha inteira viemos falando sobre tudo, foi bem legal!

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Chegando na ilha de novo, pegamos nossas malas no hostel e fomos conhecer a Itsukushima Shrine e o O-torii gate – os pontos chaves da cidade. É bem bonito, e deu pra ver bem, mas estava lotado! Rolava até uma fila pra fotos.

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Depois, ferry de volta até Hiroshima.E aí, o Mikko me fez provar sushi. Paramos em um restaurante de sushi, e taca-lhe provar um monte de deixe cru, lula, camarão. Meu Jesus! Não foi fácil. Não era ruim não, lula achei péssimo, mas o resto dava pra comer, mas também não é que achei super delicioso.

E olha que lutei boxe num ringue, cai de moto num rio, fiz rapel numa cachoeira gigantesca, mas comer sushi foi, de longe, minha experiência mais radical da viagem!

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Bom, voltei pra Osaka, de volta ao Toyo – back home!- me arrumei e encontrei o Alex e o Leo pra sairmos – agora pra ver direito a vida noturna da cidade, num sábado. Lá embaixo, convencemos o Carlos e o François a irem também, e partimos pra encontrar o Shawn na ponte de Namba. E começa o esquenta. Eles vendem umas bebidinhas no 7eleven que são tipo smirnoff ice, mas são bem fortes, e no caso, você nem sente.
O Shawn tava também com uma japonesa bem fofa, e de lá partimos pra uma balada que chama Vanity.

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O Alex antes de entrar já estava trilili. Hahahaha deu 5 min dentro da balada e o segurança já tirou ele porque ele estava muito bêbado e já fomos pra fora dar água e colocá-lo num taxi. Tadinho! :/ entramos de novo, e lá dentro dividi as bebidas com o Carlos e o locker com as minhas coisas com ele e o François.
De repente, entreguei minha câmera pra ele e fui no banheiro.
Corte seco para: eu acordando duas horas depois, deitada no vaso (que por sorte era japonês, limpo e quentinho), levantei, sai atrás do Carlos, não achei ninguém que eu conhecia no lugar, tava super confusa e desnorteada, demorei anos pra encontrar o locker, e ele estava vazio, saí da balada e vi o Leo e o Shawn. Ufa!! Eles falaram que o Carlos tinha ido embora, e eu acabei ficando lá, sem casaco e sem dinheiro. Hahaha sorte que o Leo me levou pro hostel de novo. Peguei minhas coisas, que o Carlos tinha deixado na recepção – gênio! – e claro, capotei.

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