10/03 – Dia 83 – Osaka – Nara

Acordei meio tarde e cheia de dúvidas do que fazer, mas os meninos me convenceram a ir com eles pra Nara, e o problema foi resolvido rapidinho. Pegamos o trem e em menos de uma hora chegamos. A cidade é uma gracinha! Tudo limpinho e arrumadinho e super fofo. Andamos por uma rua até chegar ao parque cheia de restaurantes, mercadinhos, papelarias, fiquei louca!

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O parque é enorme, cheio de veados que querem ser alimentados, e não te dão bola assim que percebem que você não tem nada pra oferecer. Achei os bichinhos meio caídos, sem sentimentos. Não gostam de carinho e nem pular pulam. Veados supostamente são todos alegrinhos, mas esses só querem comer.

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Bom, o caminho no parque é todo arborizado, lindo, e cheio de templos, halls, shrines e pagodas. Tudo bem tradicional, bem japonês. Andávamos, andávamos e andávamos e nos deparávamos com uma coisa mais bonita que a outra, e uma paz indescritível!

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Mas vou falar que tava um frio do diacho. Até nevou!! E nevou de verdade, com vento, floquinhos e tudo mais. Jesus! E eu de calça de ginástica. Preparadíssima. Mas, em alguns momentos do dia, tivemos um pouco de sol grazadeus, mesmo que por 10 minutos.
Parei na frente de um dos templos e um senhor super fofinho me chamou pra entrar e me explicou sobre o budah de 11 cabeças, que vê em todas as direções. O inglês dele era quase nulo, e meu japonês nem se fala. Foi um pouco difícil, mas o moço tecnológico usava um tradutor de voz e super nos entendemos. Hahaha

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Nossa última parada foi um templo enorme, lindo, com o maior budah de bronze do mundo dentro. Impressionante. Nesse momento do dia estava sol, então foi mais amor ainda!

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De lá, voltamos pra cidade, perto da ruazinha fofa por onde chegamos e paramos pra comer algo e esquentar os órgãos (o sol já tinha ido embora). Depois de uma leve ciesta, taca-lhe pau de novo pro parque ver a cerimônia das tochas.

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No caminho já estávamos ouvindo o som do taiko, e quando chegamos a cerimônia já havia começado. Eles acendem um monte de tochas enormes, levam uma por uma até o segundo andar de um templo enorme, e correr girando as tochas para derrubar umas fagulhas. Quando chegam na outra ponta levantam a tocha, derrubam mais fagulha, e lá vem a rocha seguinte.
É um tipo de bênção, as cinzas das tochas trazem sorte e saúde.
Terminada a cerimônia, voltamos pra estação e pegamos o trêm. No hotel, ficamos na área comum conversando com um japinha mais velho super engraçado e fofinho, todo no clima de fazer amigos. Depois fomos jantar, nós três e o Brady – outro canadense que conhecemos por lá.
E o dia terminou com a colaboração em português que dei pro pintura da Shelly na parede. Que honra :)

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